L-Ornitina ? O que é, Como usar, Ciclo, Benefícios, Efeitos colaterais

Junto com a arginina, a L-Ornitina é essencial no metabolismo da amônia, formando uréia para eliminação dos catabólitos nitrogenados (ciclo da ornitina). Em associação com a metionina, a ornitina é precursora da Espermina e da Espermidina, importantes fatores da proliferação celular.

Em adultos, onde o organismo geralmente consegue produzi-la em quantidades suficientes, a L-Ornitina é considerada um aminoácido não- essencial. Porém, em crianças, onde o organismo não consegue suprir o total dessas necessidades diárias, a L-ornitina é considerada essencial para o crescimento.

A L-ornitina estimula a glândula pituitária na liberação do Hormônio do Crescimento que é muito importante no crescimento e desenvolvimento das crianças e no desenvolvimento muscular dos adultos. A L-ornitina é precursora das poliaminas, que entram na formação do Hormônio de Crescimento. Devido a esse efeito, ela é amplamente utilizada na preparação de atletas.

Também possui o efeito de melhorar a função imune através da glândula do timo e, portanto, estimula a regeneração dos ferimentos. Em associação com a L-arginina, a L-ornitina estimula a formação de colágeno, que exerce efeito conectivo importante na pele, acelerando a cicatrização.

A ornitina (também chamada de L-ornitina) é um aminoácido básico cristalino ou xaroposo, produzido pelo organismo junto com ureia na hidrólise de arginina, que desempenha um papel importante no metabolismo das proteínas.

A ornitina é considerada um aminoácido não-essencial para o funcionamento do organismo, o que significa que você não precisa obtê-lo a partir de fontes de alimentos, pois o nosso corpo em situações normais, já sintetiza quantidades suficientes da ornitina, a partir de outros aminoácidos, de acordo com suas necessidades.

A principal função da ornitina no organismo é participar do ciclo da ureia, via pela qual a ureia é removida dos aminoácidos e eliminada do corpo através da urina.

Além do mais, é também convertida no aminoácido L-arginina, do mesmo modo que o inverso também pode acontecer.

A ornitina é bastante utilizada para evitar danos ao fígado e como suplemento alimentar em formulações contendo outros aminoácidos, como a lisina e a arginina.

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L-Ornitina produzida pela HSN essentials

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L-Ornitina produzido pela Central Manipulados

Como usar L-Ornitina

O conteúdo do envelope deverá ser dissolvido em bastante líquido (por exemplo, em um copo de água, suco ou chá frio) e tomado durante ou após as refeições.

Deve ser ingerido de 1 a 2 envelopes ao dia. A dose poderá ser aumentada se o seu médico recomendar. Recomendamos que a dose não ultrapasse 6 envelopes ao dia.

Efeitos colaterais L-Ornitina

Quando consumidas por um curto período, a ornitina não causa efeitos colaterais.

Porém, se administradas por um longo período podem não promover o crescimento muscular. Isso acontece porque nenhum suplemento trabalha sozinho e é preciso fazer essa suplementação combinada com uma dieta rica em proteínas, mineras e vitaminas que potencializam o metabolismo proteico que resulta na hipertrofia.

Além disso, a arginina e ornitina são famosas por causarem surtos de herpes. Outros Relatos com o uso:

  • Aumento de stress;
  • Crescimento excessivo;
  • Má formação óssea facial;
  • Edemas e inchaços nas articulações;
  • Devido a um constante estímulo na glândula pituitária, essa ode apresentar um mau funcionamento
  • Insônia;
  • Inquietação;
  • Irritação estomacal;
  • Desconforto gastrointestinal
  • Diarreia.

Contra indicações

Esses suplementos são contra indicados para:

  • Diabéticos;
  • Gestantes ou mulheres que estão amamentando;
  • Pacientes em tratamento contra a hipertensão e disfunção erétil;
  • Pessoas que estiveram passando por alguma enfermidade, devem consultar seu médico antes de tomar a suplementação de arginina. 
  • A suplementação de arginina não é recomendada para jovens, cujo desenvolvimento ósseo ainda está incompleto.
  • O uso prolongado de doses elevadas pode oferecer riscos aos portadores de algumas formas de insuficiência renal ou hepática, havendo necessidade de supervisão médica.
  • Pessoas com infecções virais como herpes não devem tomar suplementos de arginina, que poderia estimular a multiplicação de certos vírus.
  • Mulheres grávidas e em fase de amamentação também devem evitar suplementos de arginina.
  •  Pessoas com esquizofrenia devem evitar o uso de mais de 30 mg/dia.
  •  O uso de prolongado é contraindicado, principalmente em altas doses.

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